Publicado em Saúde e Comportamento em 20/05/2016

Conhecida popularmente como “doença de gato”, a toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. O gato é um dos animais hospedeiros mais próximos do homem, por isso, toda futura mamãe que tem um felino, precisa ficar atenta.

Primeiro, é preciso desmistificar como acontece a contaminação da toxoplasmose: o gato elimina os ovos do protozoário por meio das fezes do bichano, ou seja, somente o contato direto com o cocô do gato é capaz de oferecer riscos de transmissão da toxoplasmose.

Outros meios de transmissão
Na maioria das vezes, a toxoplasmose é transmitida por alimentos que não foram bem higienizados, água contaminada, carnes cruas e mal passadasmalpassadas, principalmente, as de porco e de carneiro. Também pode ser transmitida por meio da transfusão de sangue e transplante de órgãos. Há ainda casos em que a doença foi contraída por ingestão de leite contaminado da cabra.

Como evitar a toxoplasmose
Para evitar a contaminação, o ideal é manter o “banheirinho” do gato bem limpo, sem se esquecer de usar luvas quando for retirar o cocô da areia. Depois de mexer na caixinha de areia do gato, lave bem as mãos e use álcool em gel para garantir a higiene total das mãos. Outra dica é não comer carnes cruas e mal passadasmalpassadas durante a gravidez e redobrar os cuidados com a higiene de frutas, verduras e hortaliças.

Contaminação na gravidez
Quando a futura mamãe é infectada pela toxoplasmose, a doença pode ser transmitida para o bebê. Por meio do sangue, os parasitas atravessam a placenta, contaminam o bebê e podem ocasionar aborto, má -formação, cegueira, entre outros problemas mais sérios.

O diagnóstico da toxoplasmose, feito durante os exames do pré-natal, é indispensável à saúde do bebê e da mamãe. Caso a toxoplasmose seja diagnosticada durante a gestação, não se desespere: faça o tratamento e siga as orientações do obstetra para minimizar os possíveis riscos ao bebê.