Publicado em Pais em 24/01/2017

Quando o filho demonstra medo, costuma deixar mamãe e papai angustiados. Mas, para a tranquilidade da família, o medo é um sentimento essencial para o desenvolvimento saudável da criança. O medo na infância ajuda a criança a ter limites para determinadas ações, ou seja, ela começa a ter noção do que pode ser perigoso e ameaçar a integridade dela.

Apesar de ser normal e até esperado, os pais não devem ignorar o medo demonstrado pelo filho, por qualquer que seja o motivo. Quando repreendida, a criança pode se sentir ainda mais amedrontada e até mesmo se desesperar. Portanto, não é aconselhável dizer para ela não temer, que é apenas uma “bobagem”. Nos episódios em que o pequeno demonstrar inquietação, o acolhimento por parte dos pais é a melhor saída.

A seguir, confira os principais medos por idade da criança:

6 meses a 1 ano

Antes mesmo de completar 6 meses de vida, o bebê tem medo de ruídos fortes e de luz intensa. Para amenizar, os pais devem evitar ambientes e brinquedos com barulhos excessivos. Depois dos 6 meses, a criança sente medo de pessoas estranhas, que pode se intensificar até os 3 anos de idade. Nessa fase, é comum também o bebê se assustar com objetos ou características em pessoas que não conhece, como óculos, barba e vozes. O medo de ficar longe dos pais é intenso. Quando isso acontece, o sentimento é de desamparo. Por isso, a criança se sente segura apenas na presença da mamãe e do papai e de pessoas de seu convívio. Para amenizar, os papais precisam criar uma rotina. Assim, ela começa a entender que a ausência não é sinal de abandono.

A partir de 1 ano e meio até 2 anos

O medo do escuro começa um pouco depois que o bebê completa 18 meses e costuma durar até os 3 anos de idade. Para minimizar a insegurança, um abajur ou uma lâmpada pequena é a solução.

A Luminária Anjinho da Lillo é uma ótima opção para iluminar o quartinho dos pequenos. Ela liga e desliga apenas com um toque e tem lâmpada LED que não aquece. Sua iluminação suave a torna ideal para ser deixada ao lado do berço ou cama do pequeno. Quando o bebê for maiorzinho, ainda poderá levar sua “luzinha” para ir ao banheiro durante a noite.

O pequeno também demonstra medo de pessoas com máscaras ou fantasiadas. Nesse caso, os pais podem tentar convencê-lo de que é apenas uma “roupa”, mas não adianta insistir. A partir dos 2 anos, o medo do desconhecido, como relâmpagos, trovões e fogos, é ainda mais intenso.

 O que fazer quando a criança demonstrar medo?

Situações que não fazem parte da rotina da criança podem ser assustadoras para ela. No momento em que o pequeno demostrar medo, jamais ignore-o. O ideal é permitir que se expresse sempre. Para amenizar esse sentimento, o diálogo é o único caminho. Converse com o filho sem demonstrar nervosismo ou irritação, pois essa reação pode deixá-lo ainda mais inseguro.